Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Vásconez, Valéria Susana León |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.ufc.br/handle/riufc/37588
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Resumo: |
Percorrer a cidade com a ponta dos dedos; Traçar com o pé o contorno do mar; Escutar o começo e o fim de uma onda; Organizar as sementes da Praça da Estação; Criar um Jardim na Calçada; Coletar espumas de mar; Devir Duna. A relação entre corpo, ambiente, tempo e experiência, presente na prática performativa como metodologia de pesquisa-criação, me levou ao encontro de conceitos, pensamentos, criações, apresentados neste livro-dissertação. Exigindo uma “leitura” e “escuta” atenta do ambiente na qual está inserida, a prática performativa como pesquisa, propõe um estado presente de corpo, de conexão com e no lugar, de solubilidade no ambiente, e de sentimento de pertencimento a um sistema autopoietico maior: o Cosmos. É, a partir destas sensações corporais no ambiente, que podem emergir ideias e sentimentos “em lugar inesperado” (SLOTERDIJK: 2006). E assim, surgiu em minha pesquisa o conceito e procedimento artístico: Jogo. Neste jogo, que segundo Flusser está permanentemente em recriação, parti da criação para os conceitos, e dos conceitos para a criação. Conceitos-obras apresentados em diversas escritas: mapas, diagramas, desenhos, textos, fotografias, performances. Escritas poéticas criadas como forma de registro e produção de pensamento sensível. Este, é um livro de artista, um livro-dissertação. Um registro e tentativa de conceptualização de experiências performativas vivenciadas em paisagens brasileiras, sobretudo, em Fortaleza, entre os anos de 2016 e 2017. |