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Análise do protocolo RPL em cenários móveis

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2017
Autor(a) principal: Cotrim, Jeferson Rodrigues
Orientador(a): Kleinschmidt, João Henrique
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do ABC
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Engenharia da Informação
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=105962&midiaext=74211
http://biblioteca.ufabc.edu.br/index.php?codigo_sophia=105962&midiaext=74211/index.php?codigo_sophia=105962&midiaext=74210
Resumo: O interesse pela Internet das Coisas cresceu nos últimos anos e alavancou o estudo das tecnologias necessárias para o perfeito funcionamento desse novo paradigma. As mais diversas áreas do conhecimento tem influência sobre a IoT, desde as áreas ligadas a engenharia, preocupadas com a criação de padrões, dispositivos e aplicações, à áreas ligadas a legislação, comunicação, marketing, etc. Dentro do estudo da engenharia, o campo das padronizações tem trazido muitas oportunidades. A demanda por desenvolvimento de padrões que possibilitem a interoperabilidade de dispositivos aumenta a cada ano. Organizações, como IETF, já disponibilizaram uma série de protocolos dedicados à IoT, dentre eles o protocolo de roteamento RPL, que foi desenvolvido para redes de baixa potência com perdas. O trabalho apresentado a seguir faz o estudo do protocolo RPL em cenários híbridos, ou seja, onde os nós são móveis ou estáticos. Esse trabalho é necessário pois grande parte das aplicações de IoT serão utilizadas por dispositivos móveis e a especificação do RPL não contempla a mobilidade dos nós. O objetivo deste trabalho é entender como o protocolo se comporta nestes cenários cenários híbridos. A mobilidade dos nós é definida por modelos de mobilidade consagrados, como o Manhattan e o Random Waypoint. Notou-se que a mobilidade dos nós elevou a perda de pacotes da rede bem como o atraso. Além disso foi possível verificar com base no ETX que houve alteração da topologia da rede. Essas mudanças causada pela presença de nós móveis ocasionaram a elevação do consumo de energia dos nós. Verificou-se também que o ciclo de trabalho dos nós tem influência direta no desempenho do protocolo.