Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Paz, Mônica de Sá Dantas |
Orientador(a): |
Ribeiro, José Carlos Santos |
Banca de defesa: |
Lemos, André Luiz Martins,
Brunet, Karla Schuch |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Faculdade de Comunicação
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/23553
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Resumo: |
A atual expansão do uso de ferramentas online de compartilhamento de conteúdos produzidos pelos usuários é representada pela posição que ocupam dentre os sites mais visitados da web. Tais sites estão dentre as aplicações que se convencionou chamar de Web 2.0 e que reúnem aspectos: (i) tecnológicos, que possibilitaram maior exploração da web; (ii) sociais, devido a atuação participante dos usuários; e (iii) comerciais. Pode-se, então, notar o fomento, por parte dessas aplicações, de um ambiente para a produção colaborativa e para a interatividade do seu público, que gera, dessa forma, um acervo coletivo e imaterial (commons), através de processos comunicativos e informacionais à luz da cibercultura e das leis que a gerem. Portanto, escolheu-se o YouTube como objeto de um estudo de caso que teve como finalidade discutir a comunicação na Web 2.0 em processos colaborativos e suas apropriações, visto que constitui um dos maiores e mais acessados acervos de vídeos do ciberespaço. Este estudo de caso analisou o YouTube de acordo com categorias que expressam funções pós-massivas das aplicações das novas mídias digitais: (i) interface, navegabilidade e customização; (ii) interatividade e organização social em rede; (iii) geração e compartilhamento de conteúdo; (iv) classificação, folksonomia ou tagging; (v) notificações e estatísticas; e (vi) mobilidade e integração. Com isso, construiu-se uma compreensão do YouTube, em concordância com o modelo de negócios das chamadas aplicações Web 2.0, e se evidenciou uma aproximação das práticas desse ambiente com o uso da colaboração (característica de projetos técnicos, sociais e ideológicos na internet) dos usuários para com a plataforma, na formação de um commons digital. Para tal, foram utilizados dados de estudos anteriores, análises e dados coletados, além de exemplos de uso do YouTube. |