Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Bettazzi, Giada Claudia |
Orientador(a): |
Dumêt, Tatiana Bittencourt |
Banca de defesa: |
Vieira Júnior, Alberto Borges,
Santos, Luciano Barbosa dos |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Escola Politécnica
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Programa de Pós-Graduação: |
em Engenharia de estruturas
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/14558
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Resumo: |
Neste trabalho foi analisado o comportamento mecânico da ponte rodoferroviária sobre o rio Tocantins na cidade de Marabá, no Pará, com o cálculo do esforço de frenagem através do Método dos Elementos Finitos e com o monitoramento com extensometria das deformações obtidas durante sua operação. Para representar as situações que ocorrem em sua operação, foram feitos testes com passagem e frenagem de trem. Nesses testes, as velocidades e os pesos dos trens variaram para que se pudesse verificar a distribuição das tensões em diferentes situações de operação. Para essa análise, foram utilizados conhecimentos relacionados ao Método dos Elementos Finitos que foi usado para representar a estrutura e seu comportamento quando submetida a carregamentos conhecidos, à distribuição de tensões ao longo da ponte durante sua operação e de conhecimentos relacionados à extensometria, além de dados fornecidos pela empresa responsável pelo monitoramento. São apresentados os resultados do monitoramento da seção transversal da base do pilar P15 da ponte. Com base nos dados obtidos, foi verificado que as deformações ocorridas durante os testes não estão de acordo com o calculado pelo método numérico e aquele prescrito na norma NBR 7187(2003). Foi feita a comparação entre o comportamento real da estrutura como fabricada e montada, registrado experimentalmente através da extensometria, e a previsão numérica e suas hipóteses a partir do projeto idealizado. A partir dessa comparação, verificou-se que o valor da força longitudinal devida à frenagem recomendado pela norma citada não parece adequado. |