Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Santos, Sheila Caroline Souza
 |
Orientador(a): |
Mendes, José Aurivaldo Sacchetta Ramos
 |
Banca de defesa: |
Ávila, Flávia de
,
Sposato, Karyna Batista
,
Vitale, Denise
,
Mendes, José Aurivaldo Sacchetta Ramos
 |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais - PPGRI
|
Departamento: |
Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos - IHAC
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41290
|
Resumo: |
Através desta pesquisa, busquei conhecer parte do cenário migratório internacional no estado de Sergipe através da experiência das mulheres venezuelanas que residem no estado, examinando como os fatores de gênero, raça, classe e nacionalidade influenciam na sua integração socioeconômica e acesso a direitos. Ao longo da dissertação, utilizei uma abordagem anticolonial e feminista para discutir como as estruturas de poder global, herdadas do colonialismo, continuam a influenciar as condições de vida de migrantes venezuelanas/os no Brasil. Para tal, procurei realizar uma análise teórica das vulnerabilidades enfrentadas por migrantes, tanto em migrações voluntárias quanto forçadas, com destaque para a interseccionalidade e como múltiplos fatores de discriminação podem agravar a situação dos migrantes. Em seguida, procurei contextualizar a migração venezuelana em direção ao Brasil diante da crise social e econômica enfrentada pela Venezuela que levou ao êxodo de milhões de venezuelanas/os, e o impacto dessas migrações em Sergipe. Por fim, analisei os dados coletados em campo entre mulheres e homens venezuelanos, buscando identificar diferenças nas vivências de venezuelanas em áreas como mercado de trabalho, saúde, educação e enfrentamento à discriminação. Nesta investigação, utilizei enquanto metodologia, pesquisa bibliográfica, documental e entrevistas semiestruturadas com 20 venezuelanos (10 homens e 10 mulheres) residentes em Sergipe, além de uma funcionária da Cáritas Arquidiocesana de Aracaju. A pesquisa buscou analisar como a vulnerabilidade se manifesta na experiência migratória de venezuelanas/os e como ela se diferencia entre mulheres e homens. |