Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Brito, Vinícius José da Silva Cardoso de
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Orientador(a): |
Oriá, Arianne Pontes |
Banca de defesa: |
Oriá, Arianne Pontes,
Ferreira, Fabiano Montiani,
Galera, Paula Diniz,
Pinto, Luís Fernando Batista,
Lange, Rogério Ribas |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal nos Trópicos (PPGCAT)
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Departamento: |
Escola de Medicina Veterinária e Zootecnia
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41233
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Resumo: |
O olho evoluiu de maneira distinta ao longo dos tempos e diferenças nas dinâmicas fisiológicas e na sua macro e microestruturas são relatadas entre as espécies, sendo uma necessidade evidente, na oftalmologia veterinária, a padronização e a validação de novos aparelhos para cada grupo animal. O presente estudo teve como objetivo a avaliação de dois aparelhos de estimativa da pressão intraocular (PIO) em aves domésticas, assim como a avaliação ultrassonográfica oftálmica de quatro espécies de tartarugas-marinhas. Para a primeira etapa foram utilizadas três espécies aviárias (codornas, galinha-doméstica e pombo-comum), onde por meio da metodologia de manometria, foi realizada a validação dos aparelhos TonoVet® e TonoVet Plus® (TVPlus) e apresentação de fórmulas de ajustes que poderão tornar a estimativa da PIO mais próxima da pressão real. Neste estudo, foi verificada a presença de sub ou superestimação da PIO em todas as avaliações dos dois aparelhos e em todas as calibrações, sendo o TVPlus na calibração coelho a mais próxima da pressão manométrica em faixas superiores a 10mmHg. A segunda etapa demonstrou a viabilidade do uso da ultrassonografia convencional de 12MHz, para avaliação do bulbo do olho em quatro espécies de tartarugas-marinhas (Caretta caretta, Eretmochelys imbricata, Lepidochelys olivacea e Chelonia mydas), apresentando aspectos conformacionais e mensurações das suas estruturas oculares. A reduzida diferença encontrada entre os grupos avaliados, pode reforçar a proximidade filogenética e as adaptações aos habitats e hábitos semelhantes entre as espécies. Por fim, os dois estudos apresentam dados de viabilidade das metodologias avaliadas para cada espécie proposta e poderão auxiliar nas investigações clínicas e reduzir possíveis erros de interpretação. |