Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Matos, Tácio Alves de Lima
![lattes](/bdtd/themes/bdtd/images/lattes.gif?_=1676566308) |
Orientador(a): |
Mata, Iacy Maia
![lattes](/bdtd/themes/bdtd/images/lattes.gif?_=1676566308) |
Banca de defesa: |
Mata, Iacy Maia
,
Costa, Iraneidson Santos
,
Aras, Lina Maria Brandão de
![lattes](/bdtd/themes/bdtd/images/lattes.gif?_=1676566308) |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em História (PPGH)
|
Departamento: |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/36883
|
Resumo: |
A pesquisa analisa as narrativas sobre raça na Bolívia na primeira metade do século XX, no período anterior à Revolução de 1952, por meio das obras do boliviano Antônio Díaz Villamil; autor que, além de ser um reconhecido literato, foi um atuante gestor da Educação Pública boliviana. Villamil introduziu em seus textos um discurso de gradação racial entre criollos, indígenas e mestiços. Enquanto integrante do Governo, participou dos esforços nacionais e transnacionais para elaboração de planos de inclusão dos povos indígenas no Estado nacional. Tanto na ficção de Villamil quanto na experiência social boliviana, o nacionalismo é projetado e proposto como uma ferramenta capaz de fomentar a coexistência pacífica entre grupos subalternos e a elite branca local. Essa realidade social é reproduzida com verossimilhança nas obras do autor – especialmente em La ninña de sus ojos de 1948-, habilitando-as enquanto fonte e fornecedoras de pautas para o debate político do seu período de produção e lançamento. Além das novelas produzidas por Villamil, para compor o estudo do contexto histórico e social, foram utilizados periódicos publicados na década de 1940, atas e boletins que registram encontros entre chefes de estados e intelectuais. |