Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Pinto, Charleston Ribeiro |
Orientador(a): |
Martins Netto, Eduardo |
Banca de defesa: |
Lemos, Antônio Carlos Moreira,
Melo, Ailton de Souza,
Santos, Djanilson Barbosa dos Santos,
Camelier, Aquiles Assunção,
Souza, Gisélia Santana |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Faculdade de Medicina da Bahia
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Programa de Pós-Graduação: |
Pós Graduação em Medicina e Saúde
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/29131
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Resumo: |
Objetivo: Avaliar o efeito de um programa público de gerenciamento da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) baseado no cuidado farmacêutico (Programa Respira Bahia) sobre a utilização dos recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Métodos: Trata-se de um estudo coorte ambispectivo que compara duas estratégias de gerenciamento da DPOC (Programa vs cuidado usual do sistema do sistema público de saúde). O estudo foi conduzido no Ambulatório de Referência em DPOC do Programa Respira Bahia, localizado no Hospital Especializado Octávio Mangabeira, em Salvador, Nordeste do Brasil. Foram incluídos no estudo portadores de DPOC moderada a muito grave baseado no diagnóstico espirométrico. A intervenções do Programa consistiam no fornecimento gratuito e contínuo de medicamentos associado ao cuidado farmacêutico. A efetividade das intervenções foi avaliada através dos sintomas de dispneia dos pacientes (escore da Medical Research Council modificada ≥ 2), atendimentos de emergências e hospitalizações, comparando o histórico 12 meses antes e após a admissão de pacientes. Resultados: Um total de 206 pacientes elegíveis foram incluídos entre junho a outubro de 2012. Houve redução significativa (p < 0,001) de 30,9%, 32,1% e 30,1% na frequência de pacientes sintomáticos, atendimentos de emergência e hospitalizações. O número de atendimentos de emergência e hospitalizações relacionadas a DPOC foram significativamente reduzidos (p < 0,001) em 62,4% e 34,4%, respectivamente. Conclusões: Um programa público de gerenciamento da DPOC baseado no cuidado farmacêutico com dispensação gratuita e contínua de medicamentos é uma estratégia efetiva na redução de atendimentos de emergência e hospitalizações no SUS. |