Análise experimental de tensões utilizando técnicas de visão computacional

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Lôbo Vaz de Carvalho, Bruno
Orientador(a): Borges Vieira Júnior, Alberto
Banca de defesa: Borges Vieira Júnior, Alberto, de Paula Lemes, Rubisley, Sernizon Costa, Rodrigo
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Escola Politécnica
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Engenharia de Estruturas
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/31486
Resumo: Análises numéricas avançam constantemente na área de engenharia de estruturas. Utilizando as vantagens da computação atual, problemas cada vez mais complicados são modelados de forma simples e rápida, conferindo resultados adequados para o dimensionamento corrente de projetos estruturais. Análises experimentais, entretanto, não obtiveram o mesmo avanço nem mesmo se valeram tanto assim dos benefícios da computação. Aos poucos ganhando espaço na área, a técnica de Correlação de Imagens Digitais tem mostrado excelente desempenho para análise experimental de tensões através da comparação entre imagens em sucessivos estágios de carregamento. Concomitantemente, uma subárea da inteligência artificial, denominada Visão Computacional, é utilizada constantemente em diversas áreas do conhecimento para reconhecimento de padrões em imagens e obtenção de informações importantes a partir delas, como a biometria, por exemplo. Recentemente se percebeu a interdisciplinaridade dessa área com a mecânica de estruturas, através dos trabalhos de Gonzáles (2010 e 2014) utilizando a técnica SIFT combinada a um Método Sem Malha para análises numérico-experimentais. O presente trabalho utilizou algoritmos de visão computacional como o CLAHE, FAST e SIFT para avaliação, juntamente com suavizações através do Método dos Mínimos Quadrados Móveis numa abordagem vetorial, de problemas envolvendo perfis formados a frio do tipo LSF, em crescente na engenharia civil brasileira. Todos as etapas foram programadas em códigos próprios nas linguagens C e C++, dispensando a necessidade de softwares adicionais no processamento ou mesmo no pré-processamento, apenas utilizando o software GID no pós processamento para visualização gráfica do campos de deslocamentos, deformações e tensões. Para validação do código, foram simuladas imagens modificadas artificialmente e ensaiados perfis de seção U enrijecido em aço ASTM A-36 no laboratório de estruturas S. P. Timoshenko da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia