Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Jesus, Eliene dos Santos de |
Orientador(a): |
Mota, Eduardo Luiz Andrade |
Banca de defesa: |
França, Elisabeth Barboza,
Alazraqui, Marcio |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Instituto de Saúde Coletiva
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/32224
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Resumo: |
O interesse pelos estudos na área de monitoramento e avaliação da qualidade dos dados dos sistemas de informação aumentou nos últimos anos, mas as iniciativas ainda são isoladas e assistemáticas. Contudo, o Ministério da Saúde vem implementando estratégias de qualificação para esses dados como o Projeto “Sessenta Cidades”. Buscou-se conhecer as características das variáveis das Declarações de Óbito que apresentaram registros de códigos de causa básica de morte pouco úteis para a gestão do sistema de saúde no município de Salvador, Bahia, em 2017. Essas causas de morte, também são chamadas de Códigos Garbage pelo Global Burden of Disease e são de pouca utilidade para as análises de situação de saúde por expressarem as complicações da doença ou lesão que iniciou a cadeia de eventos que culminou com o óbito e não a causa que de fato levou à morte. Trata-se de um estudo descritivo, quantitativo, utilizando-se os dados secundários do Sistema de Informação sobre Mortalidade com os óbitos que registraram os códigos pouco úteis, definidos pelo Ministério da Saúde como prioritários. Salvador apresentou em 2017, 16.014 mil óbitos, de ocorrência e de residência no seu território. As causas mais frequentes de morte foram as Neoplasias (3.137 óbitos), as Doenças do aparelho circulatório (2.859 óbitos), as Causas externas de morbidade e mortalidade (2.281 óbitos) e os Sintomas, sinais e achados anormais de exames clínicos e de laboratório, não classificados em outra parte (1.700 óbitos). Foram identificados 4.775 óbitos com códigos pouco úteis, o que correspondeu a 29,8% do total de óbitos. As mulheres apresentaram maior frequência (32,1%), as da raça/cor indígena (71,4%), com escolaridade de 1 a 3 anos de estudo (33,9%) e na faixa etária de 80 e + anos (36,7%). As causas mal definidas do Capítulo XVIII foram os códigos utilizados com maior frequência (37,4%). |