Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Medeiros, Vanessa Lacerda |
Orientador(a): |
França Filho, Genauto Carvalho de |
Banca de defesa: |
Hillenkamp, Isabelle,
Rigo, Ariádne Scalfoni |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Escola de Administração
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Programa de Pós-Graduação: |
Núcleo de Pós-Graduação em Administração - NPGA
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24523
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Resumo: |
Nas últimas décadas, diante do cenário de desigualdade e exclusão social, iniciativas relacionadas às microfinanças e à inclusão financeira ganharam destaque. No entanto, em paralelo aos processos de bancarização e financeirização, ampliando o acesso de populações excluídas dos sistemas financeiros tradicionais a produtos e serviços financeiros, observa-se também a banalização da oferta de crédito, provocando riscos e resultados controversos, como é o caso dos crescentes níveis de endividamento. Diante desse cenário, o tema da educação financeira desponta, sendo visto, muitas vezes, como a solução para os problemas relativos ao que se coloca como “analfabetismo financeiro”. Abordagens mais críticas ao tema, no entanto, sugerem uma análise mais contextualizada, considerando aspectos estruturais e especificidades das diferentes realidades. Esta dissertação tem como principal objetivo, portanto, compreender as concepções e práticas de educação financeira em experiências alternativas ao sistema financeiro tradicional. Para tanto, realiza-se um estudo de caso, a partir de uma abordagem qualitativa, a fim de explorar as concepções e práticas de educação financeira em um Banco Comunitário de Desenvolvimento (BCD) brasileiro, o Banco Palmas. Os principais achados da pesquisa sugerem a confirmação de seu pressuposto inicial de que as experiências do Palmas, atuante sob a lógica das finanças solidárias, apresentam concepções e práticas ampliadas acerca do tema da educação financeira, buscando considerar aspectos estruturais, sociais, econômicos e culturais em suas metodologias. Ressalta-se, entretanto, algumas limitações e desafios relacionados às diversas abordagens práticas, bem como possibilidades de avanços para o campo. |