Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2025 |
Autor(a) principal: |
Nascimento, Simone Silva
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Orientador(a): |
Câmara, Antônio da Silva
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Banca de defesa: |
Câmara, Antônio da Silva
,
Arantes, Rafael de Aguiar
,
Lessa, Rodrigo Oliveira
,
Catalan, Lucas Barreto
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Ciências Sociais (PPGCS)
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Departamento: |
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH)
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/41443
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Resumo: |
O objetivo central dessa dissertação é analisar como a representação da memória é construída nos filmes O Fio da Memória (1991) e Jogo de Cena (2007), dirigidos por Eduardo Coutinho. Articula-se nessa dissertação a discussão sobre a singularidade do cinema documentário, a sua veracidade em descrever os sujeitos e o mundo em seu entorno de modo não ficcional e o uso de técnicas do cinema verdade por Eduardo Coutinho no cinema brasileiro. Pretendemos compreender como este diretor, através de ferramentas estéticas, propicia aos atores sociais a possibilidade de reconstruírem suas memórias afetivas e sociais. No documentário O Fio da Memória (1991), os personagens reconstituem eventos históricos como a abolição da escravatura, a religião e o samba. Já em Jogo de Cena (2007), temos um jogo de espelhos com a representação da mulher na sociedade moderna. Os depoimentos de sofrimentos e alegrias de mulheres comuns, alternados por encenações dos mesmos textos realizados por atrizes brasileiras, desafiam o próprio caráter do cinema documentário ao embaralhar ficção e realidade, explorando, com maestria, a questão da memória. |