Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Pastore, Rodrigo Di Santo |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://app.uff.br/riuff/handle/1/26420
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Resumo: |
Esta pesquisa tem como foco discutir a representação e memória do cenário indie rock no Brasil a partir dos documentários “Roques de Quarto”, “Novos Goianos” e “Guitar Days – An Unlikely Story Of Brazilian Music”, analisados após um percurso investigativo que se valeu de uma gama de produções midiáticas vinculadas a este nicho musical, além da vivência semi- biográfica do investigador. Isto é, a pesquisa assumiu que essas obras audiovisuais tratam de um nicho praticamente invisível para o mainstream musical e, por isso mesmo, considerando seus objetivos, valeu-se de uma “memória anterior” desenhada por um levantamento dos registros midiáticos dos anos 1990 que tratavam do indie rock, e da própria vivência desse investigador enquanto músico vinculado a esse movimento. O processo permitiu “cruzar as cenas” das temporalidades e espaços distintos, e também analisar como todo o material midiático levantado apresenta o modo como esses músicos circulam e se integram ao cenário musical contemporâneo do país, a partir do lugar a que dizem pertencer. Em função das questões que mobilizaram a investigação, sua construção metodológica incluiu, além do levantamento documental e da análise das obras, revisão bibliográfica sobre a memória, em especial a partir do que apontam Paul Ricoeur (2018), Maurice Halbwachs (1990) e Michel Pollak (1989). Outros autores fundamentais para as discussões levantadas são Michel Maffesoli, - particularmente o seu conceito de tribo (2014); Michel de Certeau, na discussão que tece sobre o cotidiano; Marco Toledo Bastos (2012), no debate acerca da midiatização e Claus Clüver (2016), com o conceito de intermidialidade. Já Denise Tavares (2013), Silvio Da- Rin (2004) e Jacques Aumont (1993) contribuíram para a análise fílmica. |