A universidade aberta do Brasil na Bahia: educação a distância e a formação de professores

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Matos, Norma Gonzaga
Orientador(a): Gutierrez, Haenz Gutierrez
Banca de defesa: Souza, Maria Carolina Santos de, Catapan, Araci Hack, Penteado Filho, Paulo de Arruda
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Instituto de Humanidades, Artes e Ciências Professor Milton Santos
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Estudos Interdisciplinares Sobre a Universidade - Mestrado
Departamento: Não Informado pela instituição
País: brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/16913
Resumo: O presente estudo propõe-se a discutir a implementação da Universidade Aberta do Brasil (UAB) na Estado da Bahia, uma política pública do governo federal brasileiro, voltada à democratização do acesso ao ensino público superior através da modalidade a distância. Para isso, buscou-se acessar toda forma possível de documentos elaborados e disponibilizados pelos entes envolvidos na estruturação da UAB no Estado da Bahia, quais sejam as Instituições Públicas de Ensino Superior – IPES, que trabalharam de forma consorciada e colaborativa, os governos municipais e governo estadual, através da Secretaria da Educação, aqui representada pelo Instituto Anísio Teixeira – IAT. Também, foram aplicados questionários aos representantes destes entes, a fim de se obterem maiores e mais atualizadas informações sobre a situação da UAB após os seus primeiros anos no Estado. Como resultados, foi possível depreender que, após a conclusão das primeiras turmas de Licenciatura, a UAB na Bahia, constituiu-se numa das alternativas de acesso ao ensino superior, mais especificamente para a formação de docentes em exercício, absorvendo para si uma parcela de responsabilidade na solução de um problema há anos existente no estado; a existência de professores da educação básica em efetivo exercício da docência e que não possuem a formação superior em Licenciatura, como preconiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Além disso, percebeu-se a necessidade da elaboração conjunta de um plano de formação docente para o Estado da Bahia que possibilite a solução de dificuldades operacionais como a estrutura física dos polos de apoio presencial, o provimento das condições necessárias para que docentes possam efetivamente se dedicar aos cursos e ainda a ampliação das ofertas de vagas em todo o estado, em especial nos polos que apresentam maior demanda e/ou maior distância dos campi universitários presenciais já existentes.