Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Lopes, Carolina da Silva
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Orientador(a): |
Sousa, Carlos Alberto Caldas de |
Banca de defesa: |
Sousa, Carlos Alberto Caldas de,
Simonelli, George,
Rigoli, Isabel Cristina,
Della Rovere, Carlos Alberto,
Freitas, José Jorge Mendes de |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal da Bahia
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Engenharia Quimica (PPEQ)
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Departamento: |
Escola Politécnica
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufba.br/handle/ri/38244
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Resumo: |
O presente trabalho propõe o estudo de um revestimento compósito de zinco obtido por eletrodeposição contendo nanocristais de um polímero natural. Intervenções no sentido de combater ou retardar o processo de corrosão iniciou-se quando o homem começou a explorar metais a partir de recursos naturais. A possibilidade de nanocristais serem utilizados para aumentar a resistência à corrosão do revestimento de zinco pode representar uma nova aplicação para este produto. O revestimento compósito foi produzido por eletrodeposição na ausência e na presença de diferentes concentrações de nanocristais de Licuri, Casca de Soja e Algodão. Neste trabalho, o efeito da adição de nanocristais na morfologia, estrutura, resistência à corrosão e dureza do revestimento de zinco é investigado. O efeito da adição dessas partículas na eficiência de deposição também é investigado por meio de microscopia eletrônica de varredura (MEV), difração de raios X (DRX), medidas de rugosidade e microdureza Vicker, testes de perda de massa, obtenção de curvas de polarização potenciodinâmicas e espectroscopia de impedância eletroquímica (EIS). Medidas de eficiência de densidade de corrente também foram tomadas. Verificou-se que a adição do nanocristal de Licuri não era viável pois ele não formava um depósito estável e logo foi descargado seu uso. Com os resultados obtidos ficou claro que a presença do nanocristal de soja reduz a dureza, mas aumenta a resistência à corrosão do revestimento de Zinco e este efeito está relacionado com a diminuição da rugosidade do revestimento. Já o nanocristal de algodão no banho de deposição levou à produção de um revestimento com morfologia mais fina e com menor rugosidade em relação ao revestimento de Zinco obtido na ausência do nanocristal. Foi notado que adição de nanocristais de algodão aumenta a eficiência de corrente e resistência à corrosão do revestimento de zinco em solução de NaCl 0,5 mol/L, sendo este efeito mais significativo com o aumento do teor dos nanocristais. Com a adição de 10% v/v de nanocristais de algodão, a resistência à polarização do revestimento foi melhorada em até 5 vezes, enquanto sua taxa de corrosão foi reduzida em até 6 vezes em comparação com o revestimento de zinco sem nanocristais. |