Diabetes Mellitus: 25 Anos De História Em Um Serviço Público De Salvador, Bahia

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2015
Autor(a) principal: Bittencourt, Alcina Maria Vinhaes
Orientador(a): Adan, Luís Fernando Fernandes
Banca de defesa: Cruz, Thomaz Rodrigues Porto da, Oliveira, Iraci Lucia Costa, Oliveira, Luciana Matos Barros, Martinelli, Reinaldo, Oliveira, Luís Jesuíno Andrade
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Faculdade de Medicina
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Medicina e Saúde
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/24129
Resumo: A prevalência do Diabetes mellitus é cada vez mais frequente em todo o mundo. O câncer também vem ser tornando cada vez mais comum em diabéticos e se tem questionado uma possível associação entre ambos. O presente estudo descreve a frequência de mortalidade por câncer, identifica os tipos de cânceres mais frequentes como causa de óbito e compara a sobrevida deste com os daqueles falecidos por outras causas, entre 3809 diabéticos acompanhados em um Centro de Referência do Programa de Diabetes da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia, em Salvador-BA, no período de 1988 – 2013. Durante o estudo ocorreram 678 óbitos (17,85) sendo 51,8% do sexo feminino e 48,2% do masculino, com média de idade de 69,9±12,0 anos. Destes, 109 (16,1%) faleceram por câncer, 57 mulheres e 52 homens. O câncer de pâncreas foi o mais frequente, ocorrendo em 15 pacientes (13,7%), seguidos dos cânceres de cólon 10(9,2%), próstata 10 (9,2%), mama 8 (7,3%), pulmão 8(7,3%), estômago 7(6,4%), bexiga 6(5,5%) e neoplasias hematológicas 10 (9,2%). A faixa etária do óbito não diferiu entre os diabéticos falecidos por câncer daqueles que morreram por outras causas. A sobrevida mediana foi de 71,9 anos na população estudada e de 70,6 anos naqueles falecidos por câncer. A sobrevida dos falecidos por câncer foi menor que 1,3 anos que a sobrevida mediana global.