Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Sousa Sobrinho, Edson César de |
Orientador(a): |
Yerro, Jorge Hernán |
Banca de defesa: |
Bicalho, Ana Maria,
Souza, Arivaldo Sacramento de |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Instituto de Letras
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Literatura e Cultura
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
http://repositorio.ufba.br/ri/handle/ri/29267
|
Resumo: |
No horizonte das questões da tradução literária e cultural, este trabalho pretende discutir, através da crítica afrodiaspórica, a tradução de três ensaios em língua francesa para o português. Assim, do campo da tradução partirá o caminho relevado para fazer ponte nesta discussão (tradução) crítica. Para tanto, o nosso corpus é composto por três ensaios de autoria do filósofo negro da Martinica Édouard Glissant: autor de peças de teatro, romances, poesias e ensaios filosóficos que transversam imaginários como as da Relação, do Diverso e da Poética. Esses, além da Memória, nos ajudarão a pensar o processo de construção e análise da tradução dos ensaios: Le cri du Monde, La Pensée Archipélique e La memóire Delivrée do autor mencionado. Acrescento ainda, que a minha formação como tradutor se deu - também - através dos discursos críticos da negritude, estudos culturais, filosofia e tradução cultural. Dessa maneira, realço o pertencimento racial e cultural do autor aqui escolhido. Por isso, será, portanto, através do Pensar Afrodiaspórico que circularão nossas observações e comentários. Sempre atento à multiplicidade das formações dos modos intelectuais que se deram – nas Américas e não somente – das diásporas negras. Desejo com isso dizer, que afrodiaspórico não é uma circunscrição numa região geográfica ainda que não exista - afrodiaspórico - fora de alguma geografia. Em outras palavras, irei apresentar uma crítica afrodiaspórica a partir e através dos estudos tradutórios e em seu processo criativo. A confecção dessa crítica se dará sob a forma de ensaios críticos com análise-comentários a respeito da tradução e das questões próprias ao autor escolhido. Assim, em diálogo aberto e sugestivo às questões próprias ao local da tradução em comunhão com as questões advindas de todo processo de análise e feitura das traduções. É preciso dizer ainda que não há neste ensaio (dissertação de mestrado) um desejo finalista. Visto que, este (ensaio) mais bordeja o exercício filosófico para melhor entender relações, tradução. Tal como, em certa medida, fazem os estudos culturais e a negritude tomados neste trabalho como exemplo e rota (ator). Sem esgotar o possível, estudando em processo e construindo novos objetivos e fins. |