Entre as memórias e os silêncios: a territorialidade kambeba na cidade de Amaturá/AM
Ano de defesa: | 2022 |
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Autor(a) principal: | |
Outros Autores: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais Brasil UFAM Programa de Pós-graduação em Geografia |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/9005 |
Resumo: | Entre as Memórias e os Silêncios: A Territorialidade Kambeba na Cidade de Amaturá/AM é um trabalho que tem como objetivo compreender a territorialidade Kambeba em Amaturá/AM, tendo na memória desses sujeitos o referencial que norteia e confere legitimidade à reconstrução da sua identidade étnica. Pretende assim, contextualizar a presença Kambeba no Amazonas através das narrativas históricas e dos grupos indígenas autorreconhecidos como Kambeba e compreender a memória da identidade kambeba a partir das histórias orais dos sujeitos autodeclarados dessa etnia, bem como, refletir sobre a invisibilidade e silenciamento desse povo no contexto da cidade de Amaturá-AM. Para alcançarmos os objetivos desta reflexão, a história oral foi um procedimento fundamental, pois é através da subjetividade humana, das experiências próprias dos sujeitos que esta investigação buscou compreender a memória da ancestralidade Kambeba nesta cidade. Optamos por percorrer os caminhos pela abordagem da Geografia Humanista e Cultural, dentro da perspectiva fenomenológica, pois para estudarmos nossos sujeitos e compreendê-los em sua identidade, valores, memórias e histórias é essencial uma Geografia com um olhar para a experiência humana vivida, que busque respostas nos significados dos fenômenos a partir daqueles que o vivenciam. Nossa pesquisa, busca assim contribuir, com essa nova lógica da produção científica, reconduzir a história e a geografia desses povos, a partir das falas e memórias dos que resistiram. Aqui os kambeba foram os sujeitos da sua própria história. Desta forma, o passado torna-se memória viva que ressoa no presente. E estas memórias estão latentes em cada sujeito, em suas experiências e vivências, elas demarcam a territorialidade desse povo na cidade. |