Avaliação de técnicas de fixação interna estável em dois desenhos de osteotomias dos ramos mandibulares: análise de elementos finitos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Silva, Kaline de Moura
Outros Autores: http://lattes.cnpq.br/8267548442622569
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Medicina
Brasil
UFAM
Programa de Pós-graduação em Cirurgia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10011
Resumo: OBJETIVOS: Avaliar e comparar, por meio da análise tridimensional de elementos finitos, duas técnicas de fixação interna estável em dois desenhos de osteotomia sagital dos ramos mandibulares, bem como confeccionar dois relatórios delineando as técnicas e a repercussão das forças oclusais no pós-operatório. METODOLOGIA: Foi criado modelo tridimensional em elementos finitos de uma hemimandíbula, com desenho de dois tipos de osteotomias sagitais dos ramos mandibulares com avanço ósseo (5mm), simulado por computador. Os modelos foram fixados com duas técnicas de fixação diferentes: uma miniplaca de titânio do sistema Arnett (1mm) para cirurgia ortognática e quatro parafusos monocorticais e uma técnica híbrida (placa fixada com parafusos monocorticais e parafuso bicortical). Foi aplicada uma carga vertical fixa em 200N, aplicada na região da superfície oclusal do primeiro molar inferior e de 100N no superfície incisal do incisivo central. RESULTADOS: Notou-se uma diferença no deslocamento do conjunto, que se desloca de forma muito mais acentuada quando não há um parafuso bicortical. Quanto a distribuição de tensões, o modelo com parafuso bicortical apresentou vantagens em relação ao modelo sem parafuso. Entretanto, percebe-se que o modelo com corte baixo apresenta menores deslocamentos, se comparado ao corte convencional. Para os componentes metálicos, o corte baixo apresenta menores valores de deformação, embora a diferença não seja tão pronunciada. CONCLUSÃO: A técnica híbrida, com o uso de parafusos bicorticais de 2,0 mm, se mostrou mais rígida e registrou valores de tensão mais baixos tanto no osso quanto na placa, menor deformação e deslocamentos em comparação com o uso de somente uma miniplaca de titânio do sistema Arnett (1,0mm) para cirurgia ortognática e quatro parafusos monocorticais para todos os movimentos e forças mandibulares.