Percepção e memória do lugar: o nascer da comunidade do ramal Pic Bela Vista km 6, Iranduba - AM.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Moreira, Kamila Castro
Outros Autores: http://lattes.cnpq.br/6589123335479359
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal do Amazonas
Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais
Brasil
UFAM
Programa de Pós-graduação em Geografia
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/9627
Resumo: O mundo é percebido e entendido através da percepção do sujeito baseada na sua relação com o meio onde está inserido. Compreendemos que no processo de construção da memória a relação dos sujeitos com a Comunidade transcende a memória do lugar. Em vistas disso, baseados na sua percepção frente a relação com o meio ambiente e as novas formas que remodelam os aspectos físicos, sociais e econômicos, a comunidade apresenta-se não só como uma manifestação das relação de poder, mas de afetividade e identidade onde buscam reconhecimento e legitimação de sua apropriação com o solo. Logo, o proposito deste trabalho circunscreve em compreender a partir da percepção e memória dos habitantes da Comunidade do ramal Pic Bela Vista, do município de Iranduba, Amazonas, como nasceu a comunidade, como foi se constituindo e sendo institucionalizada, identificando as manifestações socioculturais, as atuais politicas públicas e a representação da comunidade percebida pelos sujeitos. Como metodologia de pesquisa, a História Oral enfatiza as narrativas do sujeito da história, permitindo revelar a trajetória de vida e do movimento de resistência em busca de reconhecimento e justiça social diante do cenário de exclusão vivenciado nas comunidades rurais. Soma-se ao trabalho, a produção dos mapas mentais como forma de representar as percepções da comunidade, nos quais, revelam que o lugar vivido esta em constante mudanças. Ao mesmo tempo em que a comunidade recebe influências urbanas, mantem traços de um campesinato típico amazônico. As narrativas carregadas de nostalgia e sentimentos de pertencimento retratam um passado e presente de resistência que luta pela sobrevivência e anseia ser reconhecida.