A crítica literária na pena de Benedito Nunes: uma poética do seu pensamento
Ano de defesa: | 2018 |
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Autor(a) principal: | |
Outros Autores: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Instituto de Filosofia, Ciências Humanas e Sociais Brasil UFAM Programa de Pós-graduação em Sociedade e Cultura na Amazônia |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/7090 |
Resumo: | Este estudo tem a intenção de verificar em que sentido os aspectos de subjetividade acompanham o olhar de Benedito Nunes em sua crítica literária, buscando dar destaque à hibridização e originalidade do seu pensamento no campo da Filosofia e da Arte. O objeto em exame é centrado na crítica literária de Benedito Nunes o qual utiliza de aspectos éticos e estéticos no âmbito de sua subjetividade para elaborar a crítica concernentes à obras de autores do pensamento de outros autores como Clarice Lispector e Dalcídio Jurandir. O estudo é conduzido sob o aporte teórico-metodológico das disciplinas Filosofia, Antropologia e Literatura, tendo por base o cotejamento de dados de algumas obras de Clarice Lispector tais como, O mundo de Clarice Lispector (1966) e O drama da linguagem: uma leitura de Clarice Lispector (1989), e de Dalcídio Jurandir com a obra Marajó (1947). Dentre os múltiplos aspectos constatados ficou claro que Benedito Nunes não se enquadra como um intelectual autodidata e nem eclético é, outrossim, um intelectual exílico com pensamento próprio e livre. Seu pensamento hibridizado ganha corpo na crítica literária universal, amplamente reconhecida no mundo ocidental. Pode-se concluir, portanto, que Benedito Nunes possui um legado incomensurável ainda por ser descoberto cuja importância poderá alcançar grandes vultos na Amazônia e no mundo e na cultura ocidental. |