A política pública de educação e o trabalho docente de professores/as do campo de Parintins/AM
Ano de defesa: | 2024 |
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Autor(a) principal: | |
Outros Autores: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Amazonas
Faculdade de Educação Brasil UFAM Programa de Pós-graduação em Educação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://tede.ufam.edu.br/handle/tede/10560 |
Resumo: | A política pública de educação no campo enfrenta desafios significativos quando analisada pela perspectiva marxista. As dificuldades incluem a falta de infraestrutura e recursos, refletindo desigualdades estruturais que limitam a prática docente. Professores/as precisam navegar entre a reprodução das condições sociais e a busca por uma educação emancipadora. Diante disso, esta pesquisa teve como objetivo geral investigar a política pública de educação do trabalho docente de professores/as do campo de Parintins/AM. E como objetivos específicos: 1 - Estudar os teóricos que discutem Políticas Públicas de Educação, Trabalho e Educação do Campo; 2 - Descrever a realidade educacional do Munícipio de Parintins/AM; 3 - Examinar a política do Trabalho Docente do Professor/a do Campo em Parintins. Para responder aos questionamentos e alcançar os objetivos traçados, teremos como percurso metodológico da pesquisa as revisões bibliográficas através dos estudos de Mourão (2015), Borges (2015, 2018, 2023) e documentos institucionais como a Lei n.º 9.394/96, Resoluções n.º 01/2021 e n.º 2/2008/ Plano Municipais de Educação de Parintins/Diretrizes da Educação Básica de Parintins/AM/e outros, adotando como método de análise, o dialético. Nos resultados, destacam-se carências estruturais e dificuldades intrínsecas ao contexto capitalista. Os/as professores/as enfrentam condições precárias de trabalho, marcadas pela falta de infraestrutura adequada nas escolas do campo, o que compromete tanto o ensino quanto o aprendizado. A ausência de formação continuada específica para o ensino contribui para a reprodução das desigualdades educacionais, perpetuando, assim, a marginalização do conhecimento e das práticas pedagógicas voltadas às realidades interioranas amazônicas. Além disso, a política pública vigente, muitas vezes, negligencia a valorização e o reconhecimento do trabalho docente no campo, não oferecendo incentivos salariais compatíveis com as exigências e responsabilidades da profissão, o que resulta em altos índices de desmotivação e de rotatividade entre os/as professores/as. Essas dificuldades são reflexo de uma estrutura socioeconômica que subordina a educação às demandas do mercado, relegando o desenvolvimento humano e social ao segundo plano. |