“Quem manda na escola pública?” Os projetos educacionais em disputa no município de Nova Iguaçu - RJ entre 1964 e 1988

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: Lobo, Lidiane Barros
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Educação da Baixada Fluminense
Brasil
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Educação, Cultura e Comunicação
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/16665
Resumo: Esta pesquisa pretende analisar as políticas públicas no campo da educação brasileira e seus impactos no cenário educacional no município de Nova Iguaçu, Rio de Janeiro, a partir de dois marcos da história política recente do país: a instauração da ditadura civil-militar, com o golpe de 1964, até o ano de 1988, quando um novo ordenamento jurídico – a Constituição Federal de 1988 - é instituído no Brasil. Desta forma, utilizando a perspectiva materialista histórico-dialética, investigaremos a materialidade das ações implementadas, a partir dos programas educacionais, legislações e concepções pedagógicas que se estabeleceram no município a partir de então. Para alcançar a proposta de trabalho no primeiro capítulo abordaremos o cenário político e educacional da ditadura civil-militar e a ideologia desse regime. O capítulo dois tem por objetivo apresentar o impacto das ações em nível federal no campo da educação municipal, identificando como as movimentações e as reconfigurações políticas utilizaram a educação como espaço estratégico para consolidação de uma ideologia. O terceiro e último capítulo aborda os últimos anos do regime e o processo de abertura política, sinalizando modificações na conjuntura com o aparecimento dos movimentos populares como forças sociais de oposição.