Escola Técnica Federal de Mato Grosso (1968 a 2002): do ensino profissional técnico para as classes trabalhadoras à educação técnica apartada do trabalho
Ano de defesa: | 2018 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Formação de Professores BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Educação - Processos Formativos e Desigualdades Sociais |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/10013 |
Resumo: | Este trabalho é resultado da minha pesquisa de Mestrado, que tem o objetivo de registrar a história da Escola Técnica Federal de Mato Grosso (ETFMT). O estudo contribui para o entendimento dos processos de constituição e desenvolvimento da escola, no período de 1968 a 2002. Esse recorte temporal, que compreende trinta e cinco anos, corresponde ao tempo em que a escola vigorou com a denominação de ETFMT. Nas categorias de análise, destacamos algumas referências como os escritos de Cunha (2000), Arruda (1990), Garcia (2000), Kuenzer (1985), Saviani (2008), Ciavatta (2006). As circunstâncias políticas, sociais e econômicas que vigoravam no Brasil, nesse período, fizeram com que os governos militares entendessem que as Escolas Técnicas Federais seriam um caminho viável para qualificar a mão de obra, coerente com o modelo de desenvolvimento que visionavam para o país, consolidadas através de decretos do Estado Ditatorial, que pretendiam guiar a política educacional em favor das metas de segurança e desenvolvimento, sob a égide do controle, da repressão e da promoção social. Após a redemocratização, essas escolas mantiveram-se como instituições públicas de formação profissional, referenciadas por sua qualidade de educação, de modo a consolidarem a tendência de elitização do seu público ao oferecerem educação tecnológica que aparta os formandos do trabalho produtivo. |