O pária moderno e o “direito e ter direitos”: Hannah Arendt na primeira metade do século XX (1906-1951)
Ano de defesa: | 2022 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Sociais::Instituto de Estudos Sociais e Políticos Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Ciência Política |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19633 |
Resumo: | A publicação póstuma de artigos, cartas e manuscritos de Hannah Arendt demanda, como consequência, um contínuo esforço de inclusão e compreensão de temas ainda pouco explorados em sua obra. Assim sendo, esta tese busca resgatar o campo empírico do pensamento político de Hannah Arendt, entre 1906 e 1951, jogando luz sobre os escritos menos conhecidos da autora, assim como o seu contexto histórico específico. A questão judaica em seu processo de assimilação e de emancipação, assim como a sua relação com o sionismo e as comunidades judaicas, antes, durante e depois da construção de Israel merecem ser entendidas como temas centrais de seu pensamento. A imagem do pária judeu como um tipo ideal construído culturalmente deve ser encarada como algo central e determinante nos escritos de Arendt elaborados, sobretudo, durante as décadas de 1930 e 1940, principalmente pela importância de se pensar o conceito através da conscientização histórico-política que ele proporcionou à autora. Assim como uma contínua reafirmação da importância da tradição no espaço público, adquirida através das leituras sionistas e suas críticas contundentes ao processo de assimilação, marcaria seus escritos políticos voltados para a defesa do pluralismo. |