Escritas na formação docente: produção curricular e processos formativos emancipatórios com licenciandas em cotidianos universitários
Ano de defesa: | 2022 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Educação Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Educação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/18347 |
Resumo: | Esta pesquisa questiona – sobretudo por meio de contribuições teóricas, metodológicas, políticas e epistemológicas de Alves (2008, 2019), Certeau (1994) e Santos (2019) – a forma predominante de pensar e produzir escrita – circulante no âmbito acadêmico e legitimada como demanda prioritária nos currículos de formação docente. Investe metodologicamente em pesquisas narrativas e assume conversas como metodologia de pesquisa em cotidianos universitários, com licenciandas de diferentes cursos de formação de professores do Instituto Federal Fluminense campus Campos Centro, visando investigar outros modos possíveis de relação com escritas praticadas nesse espaçotempo . As narrativas produzidas emergiram em conversas que aconteceram, predominantemente, em encontros do projeto de pesquisa de Oficinas de Escritas Docendo com licenciandas, na referida instituição. A partir da afirmação processual emancipatória dos processos formativos docentes, das possibilidades de produção curricular (GARCIA, 2015) e do trabalho com as noções de experiência (LARROSA 2002, 2020), invenção (CERTEAU 1994; KASTRUP, 2007) e presença (GUMBRECHT, 2010) como temáticas disparadoras de narrativas no âmbito da formação docente, esta pesquisa pensou escritas enquanto dimensão formativa em práticas pedagógicas e diferentes experiências de linguagem nos cotidianos das licenciaturas; em contribuição a expressões curriculares mais plurais e abertas ao imprevisível. |