A profissão do intangível: cartomantes, oraculistas e videntes no Rio de Janeiro
Ano de defesa: | 2019 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Sociais::Instituto de Estudos Sociais e Políticos Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Sociologia |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17302 |
Resumo: | O presente trabalho tem como objetivo abordar a profissão de cartomantes, oraculistas e videntes no Rio de Janeiro como forma de vida. Nesse sentido, abordamos sistematicamente o que chamamos de cosmopráxis oracular, a partir da síntese de perspectivas entre o repertórico cosmológico-simbólico dos oráculos e os fluxos, energias, afetos e movimentos. Para isso, analisamos a construção do trabalho e da profissão dos oraculistas como forma e ‘missão de vida’, no sentido de apontar para as fronteiras dos oráculos entre previsões, autoconhecimento e terapia. A partir do trabalho de campo, chegamos à formulação do que chamamos de “terapêutica do oráculo”, inflexão fundamental na chamada cultura terapêutica no Rio de Janeiro, que se expressa pelo ideário das terapias holísticas, que integram corpo, mente e espírito; corpos áuricos e chacras. Analisamos, ainda, a percepção extrassensorial dos oraculistas, assim como o que entendem por intuição, destino e livre-arbítrio, carma e darma. |