A ausência de gestão democrática para as praças urbanas: análise da participação cidadã na política pública “Adote Rio”

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Fernandes, Daniele Aparecida Carneiro
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Sociais::Faculdade de Direito
Brasil
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Direito
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/20650
Resumo: As praças públicas como lócus destinado a promoção de cidadania urbana ativa por meio da gestão democrática da cidade é o tema em debate. Neste sentido, e com base no marco teórico escolhido, coloca-se a seguinte questão como o principal problema desta pesquisa: as praças públicas devem ser objeto de gestão democrática como forma de promover o uso e a participação dos citadinos nesses espaços públicos? Para tanto, parte-se da hipótese que a praça pública deve ser objeto de políticas públicas de gestão democrática. Isso se justifica pois, para além de ser um espaço de lazer e de paisagismo, a praça possui a função social inerente de ser lócus da aparição pública com conotação política, sobretudo, quanto a destinação, que deve ser de acordo com a vontade das pessoas usuárias. Essa hipótese será testada por meio no estudo analítico do programa de adoção de praças públicas do Município do Rio de Janeiro intitulado de “Adote o Rio”, a fim de averiguar se neste projeto de governança urbana há espaço para a deliberação sobre as finalidades desta política pública entre os usuários ou se o projeto apenas reproduz a gestão urbana focada nos objetivos patrimoniais-privados. Analisa-se também se projetos desta natureza são capazes de tornar as praças públicas mais convidativas ao uso e a permanências das pessoas nos espaços públicos.