A ausência de gestão democrática para as praças urbanas: análise da participação cidadã na política pública “Adote Rio”
Ano de defesa: | 2022 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Sociais::Faculdade de Direito Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Direito |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/20650 |
Resumo: | As praças públicas como lócus destinado a promoção de cidadania urbana ativa por meio da gestão democrática da cidade é o tema em debate. Neste sentido, e com base no marco teórico escolhido, coloca-se a seguinte questão como o principal problema desta pesquisa: as praças públicas devem ser objeto de gestão democrática como forma de promover o uso e a participação dos citadinos nesses espaços públicos? Para tanto, parte-se da hipótese que a praça pública deve ser objeto de políticas públicas de gestão democrática. Isso se justifica pois, para além de ser um espaço de lazer e de paisagismo, a praça possui a função social inerente de ser lócus da aparição pública com conotação política, sobretudo, quanto a destinação, que deve ser de acordo com a vontade das pessoas usuárias. Essa hipótese será testada por meio no estudo analítico do programa de adoção de praças públicas do Município do Rio de Janeiro intitulado de “Adote o Rio”, a fim de averiguar se neste projeto de governança urbana há espaço para a deliberação sobre as finalidades desta política pública entre os usuários ou se o projeto apenas reproduz a gestão urbana focada nos objetivos patrimoniais-privados. Analisa-se também se projetos desta natureza são capazes de tornar as praças públicas mais convidativas ao uso e a permanências das pessoas nos espaços públicos. |