Na-va-lhas: ruídos e (ex)tétik indisciplinares
Ano de defesa: | 2018 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Comunicação Social Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Comunicação |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/19204 |
Resumo: | O que existe entre a incerteza do sim e o talvez? Na-va-lhas é esse abismo. É o “não saber”. É a busca da incerteza e da multiplicidade de dúvidas. Não se trata aqui de um trabalho que responde a perguntas, mas de um trabalho que propõe e provoca perguntas, muitas das quais ainda não possuem respostas. Buscamos, de certo modo, traçar um percurso indisciplinar: descobrir novas formas de aplicação da etnografia; brincar e jogar com novas palavras; atravessar o trabalho por uma estética que não é ética. Olhamos, observamos e tal qual nosso “objeto”, não aceitamos as normas, fugimos das normas, criamos com os nossos corpxs as nossas explosões estéticas uma anti-poética, um terrorismo poético, um atravessamento de linguagens. Vivenciamos a violência epistemológica (detectamos os espitemicídios), a violência física (apresentamos os percursos da necropolítica). Produzimos ruídos com os nossos corpxs, queremos descolonizar, mais que a interdisciplinaridade, nos interessa a indisciplina. Descobrimos novas formas de existir e esse trabalho é um manifesto, não de existência, mas contra a morte. Contra o extermínio dos nossos e das nossas. Formação de quadrilha, nos encontramos (propomos encontros potentes). E depois o que fazer com esses encontros? Descobrimos uma “coletivoetnografia”, que se dá no momento do encontro e que reverbera para depois do encontro. A Na-va-lha, está nos corpxs, está neste trabalho, ela é a estética. A língua é fogo. A fala é fogo. A Na-va-lha corta! |