Negociação de reféns: uma análise de manuais utilizados na formação de negociadores no ambiente de segurança pública

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: Pinho, Mônica Azzariti de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Instituto de Letras
Brasil
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Letras
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/17592
Resumo: Esta tese visa a refletir criticamente sobre os materiais utilizados nos cursos de formação de negociadores de crises com reféns. O material de análise é constituído por quatro manuais que são utilizados pela Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro – PMERJ, pela Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP), pela Polícia Francesa (RAID), pela Organização da Nações Unidas (ONU) e pelo material do Federal Bureau of Investigation (FBI) considerado a base da doutrina de Negociação de crises com reféns. Dessa forma, são analisadas as prescrições quanto ao uso da linguagem encontradas nos textos selecionados. O desenvolvimento da análise se dá a partir de uma perspectiva dialógica da linguagem apresentada por Bakhtin e pelos aspectos ergolinguísticos da atividade de negociador, na relação entre o trabalho prescrito e o trabalho real. Após a apresentação do panorama do contexto da negociação de crises com reféns, todos os tópicos analisados são pontuados e descritos. As conclusões apontam para as incompletudes dos manuais, da importância dos enunciados dos negociadores no processo de salvar vidas, e a necessidade de se ter um material de estudo que aborde teorias linguísticas importantes para a atividade de negociação.