Feminismo de base comunitária: iniciativas que discutem questões de gênero na Maré (RJ)
Ano de defesa: | 2017 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Sociais::Instituto de Filosofia e Ciências Humanas BR UERJ Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/8318 |
Resumo: | Este trabalho desenvolveu uma investigação acerca de pedagogias criativas de feminismo de base comunitária produzidas por mulheres para trabalhar questões de gênero e violência contra a mulher (VCM) no contexto do conjunto de favelas da Maré. A pesquisa procurou estudar as questões, conceitos, motivações que orientam as práticas e dinâmicas educativas de indivíduos e coletivos de mulheres no esforço de compreender o papel da sociedade civil na promoção da igualdade de gênero na Maré. As iniciativas que foram estudadas incluem as seguintes: as oficinas do Centro de Referência Da Mulher da Maré-Carminha Rosa (CRMM-CR); O Grupo de Gênero e Sexualidade da Luta Pela Paz (GS-LPP); O Projeto Maré de Sabores das Redes de Desenvolvimento da Maré; o projeto autônomo do grupo de Mulheres ao Vento; as oficinas do Espaço Casulo. Localizadas em 4 distintas comunidades, estas inciativas foram descritas e analisadas com base em categorias definidas a partir de reflexões sobre dados obtidos através do cruzamento de observação participante, entrevistas semi-estruturadas e histórias de vida. As experiências estudadas nesta pesquisa focam nas perspectivas de mulheres dos territórios, de mulheres das periferias da América Latina, de mulheres que resistem em contextos de violências e que, em meio a esses contextos, produzem pedagogias que desconstroem e descolonizam modos de pensar e, subsequentemente, mudando formas de agir. |