Deslocamentos com um grupo em saúde mental: sobre as acessibilidades em museus e espaços culturais
Ano de defesa: | 2018 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Ciências Sociais::Instituto de Ciências Sociais Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/16486 |
Resumo: | Quando pensamos na ideia de acessibilidade em museus e espaços culturais, tendemos a considerar, principalmente, a adaptação das estruturas físicas e os públicos com as chamadas “deficiências”. Propomos aqui, uma visão ampliada das diferentes acessibilidades e seus entrecruzamentos, a partir da experiência de saídas junto a um dispositivo público que compõe a rede de atenção substitutiva em Saúde Mental, chamado Centro de Convivência e Cultura Trilhos do Engenho, localizado dentro do complexo do Instituto Municipal Nise da Silveira (RJ). O objetivo do trabalho é analisar, a partir de seis visitas a museus e espaços culturais e suas respectivas propostas de ocupação do espaço, como os campos de forças se colocam, quais as categorias em uso, e como são negociadas e subvertidas pelo grupo em saúde mental. Ao mesmo tempo em que muitos museus e instituições culturais configuram-se enquanto espaços disciplinadores e normativos, com uma linguagem e códigos próprios, esses espaços também podem propiciar experiências que fortalecem as relações de sociabilidade. |