A pessoa com deficiência e suas representações no cinema brasileiro

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Albuquerque, Marcio Alves de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Faculdade de Comunicação Social
BR
UERJ
Programa de Pós-Graduação em Comunicação
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/8978
Resumo: Este trabalho tem como objetivo analisar a pessoa com deficiência nas obras ficcionais do cinema brasileiro contemporâneo, a partir da década de 1980, em três filmes representativos, que estiveram em cartaz no circuito nacional e nos quais a questão da pessoa com deficiência foi abordada como um dos temas principais. A questão a ser focada e estudada é como o cinema nacional contemporâneo, depois da década de 1980, vê e representa as pessoas com deficiência. Os objetos de pesquisa estudados são os filmes: Feliz ano velho (1987), de Roberto Gervitz; O cego que gritava luz (1996), de João Batista de Andrade; e Crime delicado (2005), de Beto Brant. Para tal, recorre-se ao referencial teórico de cinema, representação social, deficiência e corpo.