Uma abordagem linguístico-expressiva das Casas de Hogwarts na saga Harry Potter e sua contribuição para o ensino
Ano de defesa: | 2023 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Centro de Educação e Humanidades::Instituto de Letras Brasil UERJ Programa de Pós-Graduação em Letras |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/21007 |
Resumo: | Na presente pesquisa, pretende-se analisar de forma linguístico-expressiva as Casas de Hogwarts na tradução da saga Harry Potter (2000-2007), escrita originalmente em inglês, por Joanne Kathleen Rowling, de 1997 até 2007. A transposição dos livros para a língua portuguesa buscou resguardar, na medida do possível, o significado dos verbetes originais relacionados às Casas (Grifinória, Corvinal, Lufa-Lufa e Sonserina), bem como o sentido das características de cada uma delas, expressas majoritariamente nas canções do Chapéu Seletor. Desse modo, objetiva-se identificar, na tradução, o léxico no nome e na descrição das Casas, e a simbologia dos seus emblemas, objetos mágicos e cores, retornando, quando necessário, à etimologia original inglesa. Também é importante verificar a correlação entre linguagem verbal e não verbal presente na associação entre as características das Casas e os seus símbolos na construção de sentido. Dessa forma, por meio de uma atitude linguístico-expressiva, poder-se-á verificar se a descrição das Casas corresponde aos seus nomes e aos seus símbolos associados. Os principais referenciais teóricos que alicerçam a presente pesquisa abrangem as considerações de Jakobson (2010) acerca da Teoria da Comunicação, bem como as de Câmara Jr. (1978; 2015), sobre estrutura da língua portuguesa e estilística. No intuito de traçar o caminho expressivo da obra, o livro de Nilce Sant’Anna Martins, Introdução à Estilística (2012), mostra-se de alta relevância, e, para análise de significados, o Dicionário de Símbolos (2019), de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant, mostra-se igualmente importante. A partir da abordagem realizada, pretende-se propor formas de utilizar a saga Harry Potter no ensino de língua portuguesa e na prática de leitura, levando em consideração o conteúdo previsto em documentos oficiais, como a BNCC (2018), os PCNs (1998), a LDB (1996) e as DCNs (2013). A respeito, as contribuições de Abreu (2012), Cosson (2022) e Lerner (2002) indicam caminhos possíveis e são fundamentais para as sugestões apresentadas |