Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Rorato, Déborah Caroline Cardoso Pereira |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.uel.br/handle/123456789/15422
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Resumo: |
Resumo: Tendo em vista o aumento no número de professores mestres, em contraposição à chamada crise das licenciaturas, o objetivo desta pesquisa é investigar de que maneira um curso stricto sensu em nível de mestrado opera na (re)construção das identidades de professores Para isso, os dados foram gerados por meio de questionários e entrevistas semi-estruturadas com 13 alunos egressos do Programa de Pós-graduação em Estudos da Linguagem da Universidade Estadual de Londrina, em 213 e 214, que realizaram seus estudos entre os anos de 27 e 213 Essa pesquisa, de cunho qualitativo, está ancorada nos pressupostos teórico-metodológicos da análise de discurso crítica (CHOULIARAKI; FAIRCLOUGH, 1999; FAIRCLOUGH 1992, 23), que visa uma leitura crítica para a interpretação de crenças e identidades, e do Sistema da Avaliatividade (MARTIN; WHITE, 25) e da teoria da Transitividade (HALLIDAY, 24; CUNHA; SOUZA, 211) como categorias analíticas A identidade é vista como múltipla (TELLES, 24), um construto social, histórico e cultural (HALL, 26), capaz de ser representado pelo discurso (FAIRCLOUGH, 23) A partir da análise, evidenciou-se que ao ingressar no curso de mestrado novas identidades são desenvolvidas dentro de um continuum entre as identidades de aluno, professor e pesquisador, que podem ocasionar uma benéfica crise identitária (HALL, 26), pois a capacidade de mudança e adaptação torna o indivíduo mais completo Enfatizo também que investigar a história e as identidades docentes pode contribuir para o fortalecimento desta profissão e da autoestima desses profissionais, tanto em relação a bens simbólicos como bens econômicos (ARANHA; SOUZA, 213) |