Desenvolvimento do percevejo marrom Euschistus heros (Fabricius) (Hemiptera: Pentatomidae) em morangueiro e mortalidade com produto a base de Sophora flavescens Aiton (Fabaceae).

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Caparroz, Karina Calil
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.uel.br/handle/123456789/18609
Resumo: O percevejo marrom, Euschistus heros, é uma importante praga na cultura da soja e, tem migrado para o morangueiro, causando injúrias, principalmente em pseudofrutos. Os objetivos deste trabalho foram determinar a capacidade do percevejo marrom em se desenvolver e causar danos em plantas de morango e verificar se o produto, à base de Sophora flavescens, seria capaz de causar mortalidade às fêmeas do referido inseto. Foram feitos dois bioensaios, sendo o primeiro em casa de vegetação, com plantas de morango dispostas em vasos e envoltas em gaiolas de voil, em que se avaliou a longevidade do percevejo marrom em plantas com estruturas reprodutivas e sem estruturas reprodutivas. Também foram avaliados a viabilidade de ninfas e duração para alcançar a fase adulta. No segundo bioensaio, em laboratório, avaliou-se a probabilidade de sobrevivência de fêmeas do percevejo marrom, submetidas a diferentes doses de um inseticida comercial, à base de Sophora flavescens. Observou-se que o percevejo marrom, E. heros, tem maior longevidade em plantas de morango com estruturas reprodutivas.Apenas duas chegaram à fase adulta e nenhuma foi capaz de se reproduzir nas condições do experimento. O produto comercial, a base de S. flavescens, causa mortalidade do percevejo marrom, tendo potencial para uso no manejo deste inseto, na cultura do morango, a partir da dose de 3 mL L-1.