Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Melo, Fernando Lucas de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.uel.br/handle/123456789/10394
|
Resumo: |
Resumo: Nos últimos 5 anos, portanto, pesquisadores de todo o mundo empenharam-se na pesquisa e desenvolvimento de compostos antivirais contra os mais diversos tipos de vírus Inicialmente os compostos testados eram na sua grande maioria sintéticos, recentemente os compostos isolados de plantas também têm sido alvo das pesquisas Neste trabalho foram avaliadas a citotoxicidade e a atividade antiviral da fração aquosa, de um nitrocomposto e de dois flavonóides (astilbina e neoastilbina), derivados das raízes de Heteropteris aphrodisiaca O Mach (Malpighiacea), uma planta medicinal brasileira popularmente conhecida como Nó-de-Cachorro A atividade antiviral foi monitorada pelo ensaio de redução de plaques, para poliovírus tipo 1 e herpesvírus bovino tipo 1 (BHV-1) O nitrocomposto apresentou citotoxicidade nas concentrações maiores que 5 µg/ml, enquanto que a astilbina, neoastilbina e a fração aquosa apresentaram citotoxicidade apenas a 1 µg/ml O nitrocomposto apresentou atividade antiviral, com índice de seletividade (SI) de 2,83 e 2,95 respectivamente para poliovírus e BHV-1, entretanto não foi eficiente no pré-tratamento dos vírus ou das células A astilbina e neoastilbina não apresentaram atividade antiviral A fração aquosa foi efetiva inibindo completamente, em todas as concentrações testadas, o aparecimento de plaques quando o vírus foi pré-tratado com os compostos |