Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Quaresma, Augusta Maria Alencar |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=83407
|
Resumo: |
<div style="">A espécie Cocos nucifera, pertecente a família Arecaceae, conhecida comumente como coqueiro, encontra-se amplamente distribuída no mundo, na faixa intertropical, apresentando algumas variedades, como typica e nana. A variedade nana foi objeto de estudo deste trabalho, usando os cultivares anão-amarelo e verde. O coco verde é mais facilmente encontrado e utilizado, gerando uma grande quantidade de resíduos, causando um sério problema ambiental em especial nas grandes cidades. Neste contexto, o trabalho objetivou abordar aspectos de geração e da destinação dos resíduos do coco verde no município de Fortaleza, gerar dados atuais e significativos para a gestão adequada deste resíduo, bem como estudar a composição química e propriedades antioxidantes do coco amarelo e verde. Inicialmente, foi realizada uma revisão bibliográfica sobre resíduos do coco verde, após isso foram feitas visitas em campo com aplicação de 115 entrevistas na Beiramar, praia do Futuro e Centro, sendo todas estas áreas georreferenciados e verificada a quantificação, destinação e tratamento dado aos resíduos do coco verde. Em paralelo, determinou-se a composição química das cascas dos cocos verde e amarelo, através da preparação de seus extratos aquosos e etanólicos para realizar os testes fitoquímicos, quantificação de fenóis totais, flavonoides e taninos, avaliação da atividade antioxidante pelos métodos DPPH (1,1-difenil-2-picrilhidrazila), ABTS (2,2-azino-bis-(3-etilbenzoatiazolina-6-ácido sulfônico) e o sistema beta-caroteno/ácido linoléico e por fim quantificação por Cromatografia Líquida de Alta Eficiência (CLAE). Os resultados referentes aos resíduos da casca do coco verde, produziu o mapa da distribuição deste resíduo, onde observou-se que a maior quantidade deste resíduo concentra-se na praia do Futuro e boa parte não é coletada pela prefeitura, sobre a destinação final verificou-se que a maioria dos entrevistados não tem conhecimento quanto ao tratamento e destino final do mesmo. Em relação a composição química, detectou-se nos extratos aquoso e etanólico da casca do coco amarelo a presença de taninos pirogálicos, flavononóis, flavonóis, flavanonas, xantonas e saponinas, enquanto catequinas apenas foram encontrados no extrato aquoso da casca do coco amarelo e esteróides, no extrato etanólico da casca do coco amarelo. Os extratos aquoso e etanólico da casca do coco verde apresentaram taninos flobafênicos, flavonas, flavonóis, esteróides e xantonas. A presença de fenóis totais foi maior no extrato aquoso da casca do coco 9 amarelo, e flavonoides teve um maior teor no extrato aquoso da casca do coco verde. Quanto aos taninos, os extratos do coco amarelo apresentaram melhores resultados. A atividade antioxidante foi melhor nos extratos aquoso e etanólico do coco amarelo, quando comparados com os extratos do coco verde. Assim espera-se com este estudo gerar alternativas que agreguem valor a esta espécie, através do seu aproveitamento e sua composição química. Palavras-chave: Cocos nucifera. Resíduos. Composição química. Atividade antioxidante. CLAE.</div> |