Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
RIBEIRO, WESLEY LYEVERTON CORREIA |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual do Ceará
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=85164
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Resumo: |
<div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">A resistência anti-helmíntica é, reconhecidamente, um dos problemas mais sérios da cadeia</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">produtiva da ovinocaprinocultura brasileira. Estratégias alternativas de controle</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">de Haemonchus contortus têm sido estudadas, tais como o uso de fitoterápicos com ação antihelmíntica,</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">pois existem evidências de que alguns vegetais possuem substâncias bioativas que</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">podem ser eficazes nesse controle. Formulações à base de quitosana para o encapsulamento</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">de compostos voláteis têm sido propostas para proteger o princípio ativo e maximizar o efeito</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">biológico de óleos essenciais. O objetivo do presente estudo foi avaliar o efeito antihelmíntico</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">utilizando óleo essencial de Eucalyptus staigeriana encapsulado em matriz de</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">quitosana (EncEs) sobre ovos e larvas de H. contortus. Portanto, utilizou-se o teste de eclosão</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">de ovos (TEO), o teste de desenvolvimento larval (TDL) e a eficácia sobre a carga parasitária</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">em Meriones unguiculatus experimentalmente infectados com H. contortus foram realizados.</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Os constituintes químicos do óleo essencial de E. staigeriana (OEEs) e o perfil de libertação</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">in vitro em óleo a partir da matriz de quitosana em pH de 1,2 e 7,0 também foram</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">caracterizados. EncEs e OEEs inibiram a eclosão larvar em 97,19% e 99,96% nas doses de</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">1,5 e 1,0 mg.ml-1, respectivamente. No TDL, EncEs e OEEs induziram efeito larvicida</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">superior a 95% nas concentrações de 5,8 a 8 mg.ml-1, respectivamente. A dose de 500 mg.kg-1</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">de OEEs dopado na matriz de quitosana e OEEs livre reduziram a carga parasitária de H.</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">contortus em M. unguiculatus em 40,51% e 46,44%, respectivamente. Os principais</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">constituintes químicos do OEEs foram: L- limoneno (72,9 %), 1,8- cineol (9,5%), e o- cimeno</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">(4,6%). O perfil de liberação in vitro foi de 30% OEEs em ácido e 25% em pH neutro. A</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">eficácia semelhante de EncEs e OEEs demonstra que não houve optimização do efeito antihelmínticos</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">após o processo de encapsulamento. Portanto, a utilização de novas matrizes de</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">encapsulamento para liberação controlada no pH do abomaso de ovinos e caprinos devem ser</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">investigadas.</span></font></div><div style=""><font face="Arial, Verdana"><span style="font-size: 13.3333px;">Palavras-chave: Fitoterapia. Anti-helmítico. Meriones unguiculatus. Biopolímero.</span></font></div> |