Acao Neuroprotetora da Aminofilina Frente o Estresse Oxidativo Induzido por Etanol

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Oliveira, Jeania Lima
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=74374
Resumo: O etanol é um depressor do sistema nervoso central (SNC) e uma das substâncias <br/>mais consumidas entre as diferentes sociedades. Torna-se, assim, alvo de <br/>numerosos estudos que buscam o aprimoramento dos conhecimentos acerca de sua <br/>toxicidade. Este estudo foi realizado com a finalidade de analisar o possível efeito <br/>neuroprotetor da aminofilina frente ao estresse oxidativo causado pelo etanol no <br/>SNC especificamente no córtex pré-frontal (CPF), hipocampo (HC) e corpo estriado <br/>(CE). Foram utilizados 60 camundongos da raça Swiss, machos, com peso entre 25-<br/>30g. Os animais foram separados em 6 grupos denominados de C (controle), E6 <br/>(etanol), A5 (aminofilina), A10 (aminofilina), A5E6 e A10E6 (associações) e tratados <br/>com aminofilina nas doses de 5 ou 10 mg/kg (trinta minutos antes da administração <br/>de etanol na dose de 6 g/kg – A5E6 e A10E6). Sessenta minutos após a última <br/>administração, os animais foram sacrificados e, imediatamente, tiveram seus <br/>cérebros dissecados sobre gelo. O CPF, HC e CE foram utilizados para dosagem de <br/>catalase, TBARS, GSH e nitrito/nitrato. Os resultados mostraram que a aminofilina <br/>conseguiu reverter o efeito do etanol apenas no teste de nitrito/nitrato referente ao <br/>estresse oxidativo, sendo os resultados mais expressivos no CPF, onde o E6 (2,71 ± <br/>0,09 mM), aumentou a quantidade desse subproduto, significativamente, em <br/>comparação ao grupo C (2,22 ± 0,21 mM) e nas associações a maior dose A10E6 <br/>(0,75 ± 0,11 mM) mostrou-se mais significativa, e no HC observou-se que o E6 (2,83 <br/>± 0,12 mM) aumentou significativamente os níveis de nitrito/nitrato comparado ao <br/>grupo C (2,34 ± 0,14 mM) e nas associações apenas com a maior dose A10E6 (1,55 <br/>± 0,26 mM). Enquanto que nos outros testes (Catalase, TBARS e GSH) a aminofilina <br/>não se mostrou como um bom agente neuroprotetor. Conclui-se, portanto, que a <br/>aminofilina constitui-se um bom agente contra espécies reativas de nitrogênio, não <br/>demonstrando o mesmo resultado sobre espécies provenientes do metabolismo do <br/>oxigênio. <br/><br/>&nbsp;<br/><br/>Palavras-chave: Etanol. Aminofilina. Estresse oxidativo.&nbsp; <br/>