SELEÇÃO DE TRABALHADORES PARA EQUIPES DE SAÚDE: JOGO NA PERSPECTIVA DA HUMANIZAÇÃO DO CUIDADO

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2019
Autor(a) principal: VIANA, ANA VALESKA ARAÚJO
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=95036
Resumo: Este trabalho tem por objetivo criar um jogo de tabuleiro que auxilie na seleção de trabalhadores para atuar em equipes de saúde. Compreendendo que um erro no processo de seleção pode comprometer todo o atendimento e a humanização da clínica ou do hospital, impactando na experiência do paciente, nos custos com demissões e admissões, a proposta é apresentar um modelo de seleção que valorize o comportamento dos profissionais. O método desenvolvido é a criação de jogo comportamental, construído em tabuleiro, com quatro fases a serem percorridas pelos jogadores, resultando em um desenho comportamental de cada jogador ao final. Foi elaborado em power point e testado com candidatos; impresso em cartolina e aplicado com quatro voluntários, para em seguida, ser produzido na versão atual e última. Os resultados alcançados com a ferramenta são candidatos satisfeitos com o processo e com o feedback recebido quanto aos perfis; análise fiel das habilidades e atitudes dos candidatos; concordância e envolvimento da gestão, com a escolha dos candidatos, tendo em vista que a mesma é convidada a participar do processo e acompanhar de perto a ferramenta sendo aplicada; confirmação dos candidatos quanto à eficiência do jogo, sendo os mesmos aprovados ou não; e pessoas selecionadas com aderência ao perfil. A conclusão obtida é que a ferramenta proporciona leveza e dinamismo na seleção, fazendo com que os candidatos mostrem-se de forma verdadeira durante o processo, facilitando a análise dos perfis comportamentais, indicando tendências e padrões de atitudes, além de características de comunicação, relacionamento interpessoal, liderança e tomada de decisão. Ficou evidenciado que cada partida deve ter um mínimo de quatro e um máximo de seis jogadores, pois além desse número a análise fica comprometida, não em termos de resultado de perfil, mas em detalhes de comunicação, de empatia, identificação, relacionamento e tomada de decisão.<br/>Palavras-chave: Seleção na saúde. Recursos humanos. Jogos comportamentais.