Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Tavares, Luthiana Peroba |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=69313
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Resumo: |
RESUMO0 sistema fechado é um tipo de embalagem para acondicionar soluções injetáveis que impede a entrada de ar e o contato do líquido estéril com o ambiente, reduzindo o risco de infecção de corrente sanguínea. Neste estudo objetivou-se avaliar o preparo e infusão de soluções intravenosas utilizando o sistema fechado em doentes adultos internados para tratamento médico-cirúrgico em uma unidade de terapia intensiva. Trata-se de um estudo com delineamento exploratório descritivo e utilização da técnica da observação de campo. Foram realizadas 174 observações com detecção de 82 (47,2%) erros de preparo e 104 (59,2%) erros relacionados a administração do medicamento. Da amostra analisada 154 (88,5%) demonstrou, ao mesmo tempo, desconhecer o conceito e as técnicas corretas para a utilização do sistema fechado para infusões parenterais. Número menor, porém igualmente preocupante 142 (81,6%) não conhecem as conseqüências clínicas da correta utilização do sistema para o paciente. Especialmente ao fato de que 104 (100%) de erro de administração de soluções parenterais foi observado com relação à abertura do sistema fechado. Quando ocorre a desconexão do equipo/frasco de soro ou equipo/cateter, prática evidenciada por 100% dos procedimentos de administração de medicamentos deste estudo, o sistema é aberto, favorecendo a entrada de microrganismos. Para manter o sistema fechado, recomenda-se o uso de equipos apropriados que já incorporam respiro no seu próprio desenho. Observa-se que em 94,2% dos procedimentosos profissionais de enfermagem administraram o medicamento usando o injetor lateral sem a desinfecção prévia com álcool a 70%. É possível concluir que os dados deste estudo apontam que para a redução das infecções relacionadas ao correto uso do sistema fechado é dependente da adoção de medidas preventivas. Desta forma, a conscientização principalmente dos profissionais de enfermagem e de toda a equipe envolvida na assistência quanto aos Ciscos inerentes a estes procedimentos, o investimento na qualificação e a padronização de copdutas são imprescindíveis para uma prática segura.Palavras-chave: Enfermagem infecção qe corrente sanguínea segurança do paciente |