A importância do ensino do princípio multiplicativo na educação básica

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Sousa, Jose Claudimar De
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: spa
Instituição de defesa: Universidade Estadual do Ceará
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: https://siduece.uece.br/siduece/trabalhoAcademicoPublico.jsf?id=111115
Resumo: Diante das dificuldades apresentadas por estudantes do Ensino médio para lidar com problemas de contagem durante esses quase 13 anos de docência neste nível de ensino na rede estadual de ensino do Ceará, o autor desta dissertação sentiu-se motivado, com a oportunidade dada pelo PROFMAT, a realizar um estudo abordando a importância do ensino do Princípio multiplicativo na Educação básica: Ensino Fundamental e Médio. Buscou-se entender o que a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) preconiza sobre o ensino deste tema nessas duas fases da vida escolar trazendo exemplos das habilidades nas quais se insere a Análise combinatória e, de modo particular o Princípio multiplicativo (Princípio fundamental da contagem – PFC), expondo alguns exemplos e indicando neles variadas formas de resolução. Amparou-se na forte teoria dos conjuntos a fim de melhor compreender o princípio em estudo e nos ensinamentos de renomados estudiosos da área. Mostrou-se que a partir do PFC pode-se obter fórmulas que permitem cálculos mais “diretos” na resolução de alguns problemas, enfatizando as mais vistas em sala de aula, que são a permutação simples, a permutação com repetição, a permutação circular, o arranjo simples e a combinação simples, suscitando a relevância da familiarização com tais fórmulas em certos exames, como é caso do Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM. Evoluiu-se chamando a atenção para a importância do bom domínio do PFC quando o indivíduo é submetido a exames diagnósticos, como as avaliações em larga escala, ou classificatórios, como é o caso das olimpíadas, dos concursos públicos e dos vestibulares, principalmente o ENEM. Nesta etapa foi realizada uma experiência com uma amostra de 10 estudantes do 3º ano de uma escola pública, aplicando-se um teste envolvendo questões dos supracitados exames e refletindo pedagogicamente sobre as respostas apresentadas através de comentários do autor deste trabalho.