A intangibilidade da legítima e os herdeiros necessários: proteção familiar ou patrimonialização das relações

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Costa, Erika Rodrigues Machado lattes
Orientador(a): Barbosa, Camilo de Lelis Colani lattes
Banca de defesa: Lorenzo, Deivid Carvalho lattes, Lima, Mário Jorge Castro
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Católica do Salvador
Programa de Pós-Graduação: Família na Sociedade Contemporânea
Departamento: Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://ri.ucsal.br/handle/prefix/4784
Resumo: O objeto da presente dissertação tem o intuito de verificar se a reserva forçada da herança atualmente cumpre com a função social de proteção a família, levando em consideração os novos valores e modalidades de família, trazidos pela Constituição Federal de 1988. Para tanto, se fez necessário estudar a origem do direito das sucessões, a origem histórica da legítima, bem como sua evolução na legislação brasileira até seu estágio atual. Com isto verificou-se que o instituto da herança forçada não conseguiu se adequar aos anseios das novas modalidades de família, caindo, assim, por terra o seu principal objetivo que é o de proteger a família. Ao final, mostrou-se que a flexibilização ou supressão do instituto da legítima não seria inconstitucional. A partir disso, no intuito de suprir as demandas familiares da atualidade, bem como para melhor aplicar os princípios constitucionais, propôs-se que a reserva forçada da herança fosse utilizada especificamente para proteger pessoas vulneráveis.