O DIREITO À EDUCAÇÃO E O TRANSTORNO DE CONDUTA: UM ESTUDO A PARTIR DO PROGRAMA DE SAÚDE PARA APRENDER MELHOR
Ano de defesa: | 2012 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Catolica de Pelotas
Social BR Ucpel Mestrado em Política Social |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/tede/180 |
Resumo: | Este trabalho teve como objetivo investigar as repercussões do PAM - Programa de Saúde que desenvolve ações para diagnóstico e intervenções multidisciplinares em casos de transtorno de aprendizado e de comportamento - com relação à convivência familiar e escolar, junto às crianças com transtorno de conduta. Como referencial foram utilizados os temas políticas sociais e direito, políticas públicas, intersetorialidade, educação e escola, educação inclusiva, família e Transtorno de Conduta Para tanto, a pesquisa desenvolveu-se através de uma abordagem qualitativa, utilizando-se de entrevista semiestruturada com os responsáveis e com os professores que acompanhavam as crianças com TC anterior e posterior as intervenções médicas, psicoeducacionais e sociais em duas escolas públicas de ensino fundamental. Esta abordagem permitiu conhecer a percepção da família da criança com TC, sendo que no ambiente escolar houve melhora no aprendizado, interesses e relacionamentos, refletindo-se em maior integração e harmonia nas relações familiares. Na percepção dos professores também foi evidenciada a melhora no rendimento escolar e nas relações sociais, permitindo a inclusão desse aluno à escola. O Programa obteve aprovação pelos pais e professores. O PAM teve êxito em contribuir para uma melhor inserção familiar e social das crianças com TC. Verificou-se a necessidade de intersetorialidade entre a saúde e a educação para que, com articulação entre todos os envolvidos, os gestores, os profissionais, os saberes e a própria população, as ações possam ser desenvolvidas com objetivo da construção de políticas públicas eficazes, resolutivas e que de fato atendam às necessidades de crianças e adolescentes com transtornos de aprendizagem |