O direito ao lazer no Município de Pelotas: uma análise a partir da visão da população de baixa renda

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2012
Autor(a) principal: Lopes, Alice Islabão
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Catolica de Pelotas
Social
BR
Ucpel
Mestrado em Política Social
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://tede.ucpel.edu.br:8080/jspui/handle/tede/234
Resumo: Este trabalho de dissertação é requisito para a conclusão de Mestrado em Política Social da Universidade Católica de Pelotas/RS e está vinculado à linha de pesquisa questão social, direitos humanos e acesso à justiça. A presente investigação objetiva analisar a visão dos moradores de baixa renda, de Pelotas, RS, a respeito do lazer, oportunidades e barreiras que encontram para a vivência desse direito. A pesquisa foi desenvolvida junto a moradores do bairro São Gonçalo, beneficiários do Programa Bolsa Família, atendidos pelo CRAS São Gonçalo, através de uma abordagem qualitativa. Realizou-se uma pesquisa bibliográfica para suporte teórico do trabalho e entrevistas semiestruturadas com 20 beneficiários do programa. Os resultados da pesquisa evidenciam que grande parte da população estudada desconhece a importância do lazer, bem como o fato do mesmo constituir-se um direito social, fazendo com que a mesma, privada de espaços e equipamentos destinados ao lazer, bem como recursos financeiros para usufruir deste direito, permaneça à margem desta discussão, não reivindicando a legitimação do referido direito. Entende-se que para que o lazer seja realmente legitimado como direito social, é de fundamental importância à sensibilização da população, bem como do poder público para a sua importância, a fim de que o mesmo seja visto não mais como um objeto de consumo, ditado pela indústria cultural, mas como um direito, um fator de desenvolvimento humano pleno, onde o indivíduo seja pensado e respeitado em toda sua complexidade