Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Piccolin, Millena Maria
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Orientador(a): |
Pinto, Rosa Maria Ferreiro
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Católica de Santos
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Programa de Pós-Graduação: |
Mestrado em Saúde Coletiva
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Departamento: |
Saúde Coletiva
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País: |
BR
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://tede.unisantos.br/handle/tede/561
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Resumo: |
Este estudo buscou fazer uma aproximação com a situação de saúde de mulheres chefes de família, na perspectiva da saúde como uma estratégia de sobrevivência, com os seguintes objetivos: identificar os problemas de saúde da mulher e dos membros da família; conhecer o uso dos serviços de saúde pela mulher chefe de família; avaliar as estratégias utilizadas para manutenção da sua saúde e do grupo familiar. Para buscar e atingir os objetivos utilizou-se a pesquisa qualitativa, de natureza compreensiva e explicativa, realizada com nove mulheres residentes na região central de Santos em 2008. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com as mulheres. Apesar dos avanços em relação à política de saúde da mulher, estas ainda são expostas a riscos de adoecimento e até a morte por falta de acesso aos serviços de qualidade e informação adequada que tornem possível a manutenção de sua saúde e de sua família. A pesquisa revelou que as mulheres sobrevivem de trabalhos precários, sem garantias e sem registro em carteira. Assim uma enfermidade significa maiores dificuldades para buscar recursos e garantir sua subsistência e de seu grupo familiar. A saúde está imersa no cotidiano dessas mulheres muito mais como estratégia de sobrevivência do que como direito de cidadania, assegurado pela Constituição Federal. |