Análise da relação entre volumetria e classificação visual da atrofia hipocampal em imagens de ressonância magnética
Ano de defesa: | 2024 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Instituto de Geriatria e Gerontologia Brasil PUCRS Programa de Pós-Graduação em Gerontologia Biomédica |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/11532 |
Resumo: | Uma das técnicas mais amplamente aplicadas para avaliação inicial de pacientes com declínio cognitivo é a imagem cerebral por ressonância magnética (RM). Como uma das principais ferramentas diagnósticas para doença de Alzheimer, a RM é capaz de identificar alterações características de processos neurodegenerativos, como a atrofia do hipocampo. O hipocampo é uma estrutura vital para a memória e seu volume tende a reduzir de tamanho em distúrbios cerebrais múltiplos, incluindo a doença de Alzheimer, por exemplo. A avaliação visual do neurorradiologista pode apresentar baixa sensibilidade, indicando a necessidade da realização de análise quantitativa. O presente estudo avaliou a relação entre os dados da classificação da escala MTA de imagens de RM obtidas pela análise de dois neurorradiologistas experientes com os dados obtidos por meio de volumetria do hipocampo da mesma amostra de imagens. A partir dos dados obtidos e coletados, foi feita uma análise de correlação entre os valores quantitativos da volumetria do hipocampo e a análise da escala MTA da mesma imagem. |