Concepções de ciência versus prática pedagógica : um estudo com licenciandos de matemática

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2005
Autor(a) principal: Rodrigues, Adair Macedo lattes
Orientador(a): Cury, Helena Noronha lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Educação em Ciências e Matemática
Departamento: Faculdade de Fíca
País: BR
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/3502
Resumo: O presente trabalho é uma investigação realizada com os licenciandos em Matemática da URCAMP/SG, em 2002, com o objetivo de pesquisar suas concepções de Matemática e de Ciência e como estas se refletem na sua prática. Após a introdução, na qual justificamos a escolha do tema, descrevendo nossa trajetória profissional e os motivos que nos levaram a investigar as concepções dos alunos em relação a suas práticas, apresentamos o contexto da pesquisa, cenário e personagens. Na seqüência, fundamentamos o trabalho com idéias de alguns teóricos que abordam as concepções de Matemática e Ciência, enfocando, ainda, as tendências pedagógicas do ensino de Matemática no Brasil. A pesquisa é de caráter qualitativo, com abordagem etnográfico-cultural. Como instrumentos de investigação, utilizamos a observação in loco, os relatórios de estágio dos licenciandos e entrevistas semi-estruturadas. Após a análise dos dados obtidos por meio de cada instrumento de pesquisa, consideramos que a maioria desses licenciandos concebe a Matemática como uma ciência exata, valorizando o método científico e a descoberta. Em uma análise global, concluímos que os alunos pesquisados podem ser separados em dois grupos. O primeiro é formado por aqueles que têm uma visão absolutista da Matemática e da Ciência, apresentando uma prática diretiva, valendo-se apenas dos recursos usuais, quadro-negro e giz. O segundo grupo tem algumas características de uma postura mais falibilista, aceitando trabalhar com metodologias adequadas á reflexão, à ação e à construção do conhecimento