Efeito das drogas anticonvulsivantes na densidade mineral óssea

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Momm, Silvana lattes
Orientador(a): Souza, Antônio Carlos Araújo de lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-Graduação em Medicina e Ciências da Saúde
Departamento: Faculdade de Medicina
País: BR
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://tede2.pucrs.br/tede2/handle/tede/1822
Resumo: A terapia prolongada com drogas anticonvulsivantes (DAC) está relacionada com a diminuição da densidade mineral óssea e o aumento do risco de fraturas por osteoporose. Objetivo: Investigar a massa óssea de pacientes de quarenta anos ou mais que estejam fazendo uso de DAC há pelo menos cinco anos. Pacientes e Métodos: Sessenta pacientes ambulatoriais, 33 homens e 27 mulheres, adultos, usuários de DAC há pelo menos cinco anos foram comparados a um grupo de controle de 65 indivíduos adultos, 16 homens e 49 mulheres, que nunca haviam usado DAC. Foram realizados exames de densitometria óssea, assim como foi avaliado o tempo de exposição solar, a quantidade de cálcio ingerida e a atividade física de todos os indivíduos. Resultados: Avaliou-se a densidade mineral óssea (g/cm²) do colo do fêmur e da coluna lombar (L1 a L4) dos usuários de DAC e do grupo de controle, separadamente, para homens e mulheres. No colo do fêmur a densidade mineral óssea (DMO) dos homens usuários de DAC e dos controles foi, respectivamente 0,902 (±0,139) e 0,934 (±0,098) p=NS; e das mulheres, 0,855 (±0,126) e 0,894 (±0,099) p= NS. Na coluna lombar a DM0 dos homens usuários de DAC e dos controles foi, respectivamente, 1,079 (±0,191) e 1,255 (± 0,199) p<0,05; e das mulheres, 1,024 (± 0,151) e 1,110 (± 0,113) p<0,05. Conclusão: O estudo concluiu que a DMO de uma amostra de pacientes adultos usuários de DAC por cinco anos ou mais, comparada com a DMO de um grupo de controle foi significativamente menor na coluna lombar, porém no fêmur não foi observada diferença significativa